Internação Compulsória

Central Terapêutica - Reabilitação para Alcoolismo e Dependência Química.

Internação Compulsória

A internação compulsória deve ser vista como a última alternativa para o dependente químico. Porém, é muito importante ressaltar que essa ação é prevista em lei e pode ser uma solução para a busca por tratamentos para aqueles pacientes em estados mais graves ou que resistam à ajuda dos familiares.
Por se tratar de um assunto delicado e que causa muitas dúvidas entre as pessoas, resolvemos preparar este artigo. A seguir, detalharemos como funciona a internação compulsória, quando ela se torna necessária e o que é preciso fazer para solicitá-la.
Na internação compulsória, a ordem para internar o dependente químico é expedida judicialmente, independentemente da vontade do indivíduo. Ou seja: ela representa a resposta do juiz para uma solução médica e terapêutica àquela pessoa e pode ou não ser requerida por seus familiares.
Sendo assim, a internação compulsória também é uma medida cautelar quando um crime é cometido por um indivíduo sob efeito de entorpecentes. Para todos os casos, é preciso existir um laudo médico que comprove a necessidade de tratamento especifico.
Além disso, é importante ressaltar que a internação compulsória só deve se concluir após a análise e aprovação das condições de segurança do estabelecimento responsável por acolher o paciente.
Não é todo caso de dependência química que deve ser reportado a uma internação compulsória! Afinal, existe uma infinidade de alternativas de tratamentos eficientes e menos impactantes à pessoa, principalmente se o problema for detectado com antecedência e quando ela entender a importância de se livrar desse mal.
Sendo assim, a internação compulsória só é indicada para situações muito graves, nas quais o paciente não tenha obtido resultados positivos nos últimos tratamentos ou apresente comportamentos de risco à sua própria saúde e segurança (e a dos demais).

Oferecemos um tratamento humanizado, resgatando a dignidade, valores familiares e a qualidade de vida do paciente.